A
Filosofia ensina que as normas morais são, por natureza,
aceitas de maneira livre e consciente, sem coerção.
O dever de agir de acordo com estas normas é uma
convicção íntima. Por isso um jornalista
só pode agir eticamente por iniciativa própria,
e nunca por imposição legal. Normas morais,
portanto, não devem ser confundidas com a legislação
que regulamenta o jornalismo. Com o objetivo de fomentar
o debate, colocamos aqui algumas sugestões de conduta
para os jornalistas que cobrem a questão ambiental.
O
Código de Ética da Federação
Internacional de Jornalistas de Meio Ambiente foi
aprovado no VI Congresso da IFEJ, de 19 a 23 de outubro
em Colombo, no Sri Lanka. Particiciparam 78 profissionais
de 43 países. O original foi escrito em inglês.
A
Carta de Belo Horizonte foi aprovada pelos participantes
do Green Press, evento oficial da Conferência
das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento
(Rio 92), que ocorreu na capital mineira de 20
a 24 de maio de 1992.
O
Código Latino-americano de Ética Jornalística
foi aprovado no II Congresso da Federação
Latino-Americana de Jornalistas, no dia 24 de
julho de 1979, em Caracas.
Os
Princípios Internacionais de Ética Profissional foram
emitidos na IV Reunião Consultiva de organizações
nacionais e regionas de jornalistas, que ocorreu em Praga
e Paris em 1983